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Sindicato dos Professores do ABC
 


 

A Festa será dia 18 de outubro - Sábado - a partir das 20h
no Restaurante Florestal - em São Bernardo do Campo
Professores sócios não pagam! Reserve já o seu convite, eles são limitados.
Contato: (11) 4994-0700

 



Escrito por sinproabc às 13h51
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ALERTA!!

ALERTA!!


 Em tempos de endurecimento das relações de trabalho e com a chegada de grupos de empresários da educação com ações na bolsa de valores e a entrada de Capital estrangeiro, os docentes do Ensino Superior precisam da atuação séria de sua entidade de representação sindical, no caso o SINPRO ABC. Esse é o pior momento para fracionar a categoria, que precisa de união e apoio legítimo do nosso sindicato.
 O SINPRO ABC ressalta que sempre trabalhou firmemente em defesa dos direitos dos professores, como um todo, e observa que toda atuação sindical é eminentemente política, e, em nosso caso, em defesa legítima da categoria. Em contrapartida, o grupo que se reivindica sindicato, só o faz por força de liminar, sem julgamento de mérito. Esse grupo tem forte ligação com a patronal, e cometeu irregularidades desde a convocação da assembléia de fundação, que não teve ampla divulgação; seu estatuto é rigorosamente fechado, pois,  ser professor não garante a aceitação no quadro de sócios; desde 1993 não houve nenhuma reunião pública convocada por eles. No primeiro semestre deste ano, convocou uma assembléia através do Diário Oficial Empresarial, sem qualquer divulgação em mídias locais, assembléia esta,  fantasma, como pudemos constatar.
 Reafirmamos que nunca existiu outro sindicato representativo da categoria que não o SINPRO ABC.

Diga não a qualquer sindicato de cartório!

Se você é professor, você é SINPRO ABC.


Sindicato dos Professores de Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul
Fone: 4994-0700 - www.sinpro-abc.org.br - Rua Pirituba, 61/65 - B. Casa Branca - Santo andré



Escrito por sinproabc às 14h21
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Fórum define agenda de lutas pela democratização da comunicação

MÍDIA LIVRE

Fórum define agenda de lutas pela democratização da comunicação

Primeiro encontro nacional do movimento da Mídia Livre, realizado no Rio de Janeiro, defendeu, entre outras medidas, necessidade de fazer um debate nacional sobre o acesso a verbas publicitárias públicas, de pressionar o governo pela realização da Conferência Nacional de Comunicação e de construir uma articulação latino-americana pela democratização da comunicação.

A primeira edição do Fórum de Mídia Livre, realizada dias 14 e 15 de junho, na Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), reuniu cerca de 350 participantes de vários estados do país. O encontro reuniu jornalistas, professores, estudantes, representantes de movimentos sociais e ativistas da área da comunicação em torno de uma agenda prioritária: a necessidade urgente de debater o papel dos meios de comunicação no Brasil, e desenvolver alternativas críticas à mídia hegemônica e aumentar a força da luta em defesa da democratização do sistema de comunicação no país. Esse sistema, na avaliação do Fórum, é marcado pela crescente concentração e desnacionalização dos meios de comunicação, pela subordinação do interesse público à lógica do mercado e do lucro, e pela ausência de diversidade e pluralidade na informação.

O problema do financiamento de uma mídia livre e democrática foi um dos principais temas debatidos no encontro. Houve um consenso básico em torno da defesa de critérios mais democráticos e transparentes no processo de distribuição de verbas publicitárias públicas. Hoje, esse processo é amplamente dominando pelas regras do mercado. Há uma naturalização da apropriação de recursos públicos pelo setor privado na área da comunicação, como se isso fosse um direito fundamental do mercado. E, mesmo dentro do setor privado, há uma naturalização da apropriação da maior fatia de recursos por parte de uma única empresa (a Globo, no caso), sem qualquer debate sobre a pertinência dessa apropriação, do ponto de vista do interesse público. Uma das conclusões do primeiro Fórum Mídia Livre foi ampliar e dar visibilidade a esse debate em todo o país.

Articulação na América Latina
Outra conclusão apontou para o caráter latino-americano e internacional da luta pela democratização da mídia. Dario Pignotti, do jornal argentino Página 12, listou alguns dos problemas enfrentados em outros países do continente. Citou o caso do golpe contra o presidente venezuelano Hugo Chávez, em 2002, que contou com a participação ativa de veículos de comunicação não apenas do ponto de vista informativo, mas na própria articulação do movimento golpista. A partir deste diagnóstico, o Fórum de Mídia Livre decidiu trabalhar para construir uma articulação latino-americana e internacional de modo a levar esse debate para a próxima edição do Fórum Social Mundial, que será realizada em janeiro de 2009, em Belém do Pará. A idéia é construir um Fórum de Mídia Livre Latino-Americano e também um encontro com ativistas e organizações de outros continentes.

Para a coordenadora da Escola de Comunicação Social da UFRJ, professora Ivana Bentes, o primeiro Fórum de Mídia Livre representa um ato político que dá visibilidade a um setor que está explodindo no Brasil. Ela destacou os princípios da singularidade, da diferença e da diversidade que marcam os debates desse movimento. “Precisamos acabar com o discurso tradicional de lamentação da esquerda, que reclama falta de verbas, falta de recursos, mas não faz grande coisa e começar a construir alternativas ao atual sistema de comunicação”, defendeu. Essa luta, propôs ainda Bentes, deve buscar construir consensos em torno de alguns pontos básicos, mas preservando sempre o dissenso e a diversidade, evitando a repetição de experiências horizontais que não tomam a diferença como um valor fundamental. “A gente não que repetir a mesma linguagem da grande mídia”, resumiu.

Construção de alternativas
Gustago Gindre, do Coletivo Intervozes, observou que, numa sociedade de massa, não basta que a comunicação, como direito humano fundamental, seja considerada apenas do ponto de vista inter-pessoal. “É preciso garantir o acesso à informação e aos meios de comunicação. Não podemos perder de vista que as novas mídias não são, por si mesmas, democráticas. Vivemos em uma sociedade profundamente injusta e desigual e os meios de comunicação fazem parte disso. Queremos acesso à internet livre, acesso à radiodifusão, à televisão, à produção audiovisual, entre outros meios, para mudar esse quadro de injustiça e de desigualdade”. Gindre defendeu a construção de instrumentos e espaços de intercâmbio entre os veículos da mídia livre para fazer avançar a luta da democratização do acesso aos meios de comunicação, à produção e veiculação de informação de qualidade.

Editor da revista Fórum, Renato Rovai defendeu, por sua vez, a necessidade de tratar as diferenças como a maior riqueza do movimento Mídia Livre. “As diferenças que existem entre todos os veículos de comunicação independentes do Brasil constituem a nossa grande riqueza. Precisamos valorizá-las para construir e consolidar o nosso espaço”, disse Rovai. Paulo Salvador, do Conselho Editorial da Revista do Brasil, destacou o surgimento de novos espaços de mídia no país. “Nós passamos os últimos 30 anos reclamando, sem conseguir avançar na construção de alternativas concretas. Hoje, pode-se dizer que chegamos ao fim da ingenuidade e passamos a tomar iniciativas como é o caso da Revista do Brasil (editada por um grupo de sindicatos de trabalhadores de São Paulo) e de tantos outros veículos que vêm surgindo”, comemorou Salvador.

A dimensão política da mídia
Joaquim Palhares, diretor da Agência Carta Maior, chamou a atenção para a importância de entender a dimensão política da luta que o movimento Mídia Livre pretende implementar. “Nós vivemos uma situação de monopólio da comunicação que não admite qualquer debate sobre o controle social de sua atuação. Esse é o tamanho do problema”. Palhares reforçou as palavras de Dario Pignotti no sentido de dar um alcance latino-americano e mundial sobre a luta pela democratização da mídia. E defendeu a realização de um grande debate sobre esse tema no Fórum Social Mundial de 2009, em Belém. Além disso, Palhares ressaltou a importância do debate sobre a democratização da distribuição de verbas publicitárias, hoje amplamente dominada pelo grande setor privado. “Sem alterar essa situação, não conseguiremos construir uma alternativa ao modelo que aí está”, defendeu.

Durante os dois dias de debates, houve consenso também que não basta ficar expressando descontentamento com a atuação da chamada grande imprensa. É preciso construir espaços e instrumentos de comunicação para fazer essa disputa, defenderam vários participantes. Marcos Dantas, professor da PUC/RJ resumiu assim a dimensão desse desafio: “Vimos aqui um elenco de idéias muito positivas, mas penso que precisamos afunilar em torno de algumas questões concretas para sair daqui. Democratizar o acesso a verbas públicas, por exemplo, é uma questão concreta que tem que ser encaminhada. Outra é pressionar o governo pela realização da conferência nacional de comunicação. Uma outra ainda é a criação de um espaço de agregação da mídia livre. Quem e como vai encaminhar essas propostas? Penso que esses três pontos são absolutamente centrais e devem ser encaminhados pelo movimento da Mídia Livre”.

 

Fonte: Carta Maior www.cartamaior.com.br



Escrito por sinproabc às 09h21
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Fundação Santo André

Conselho da Fundação cassa reitor da Fundação Santo André

O reitor Odair Bermelho foi cassado ontem à noite da presidência da Fundação Santo André pelo Conselho Diretor da entidade. Ele foi afastado com 12 votos, unanimidade entre os conselheiros presentes.

Fonte: Video.globo.com



Escrito por sinproabc às 09h23
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Reitor da Fundação Santo André pode ser destituído hoje


Fonte: Rede Globo - SPTV 1º edição 29/05/2008



Escrito por sinproabc às 18h35
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SINPRO ABC assinado Conveção Coletiva do Ensino Superior

SINPRO ABC assinado Conveção Coletiva do Ensino Superior

A Convenção Coletiva dos professores de ensino superior terá duração de dois anos. Em 2008, excepcionalmente o reajuste será pago em abril e julho.

Aloisio Alves da Silva, presidente do SINPRO ABC, assina o Acordo Coletivo do Ensino Superior

Confira abaixo Reajuste

abril a junho/2008

4,66%
(sobre agosto de 2007)

julho/ 2008 a fevereiro/2009

5,5%
(sobre agosto de 2007)

a partir de março/2009

reposição da inflação
(média INPC-IBGE, ICV-DIEESE e IPC-FIPE entre mar/08 e fev/09)
+
aumento real
(sobre julho de 2008)

Clique aqui para baixar o Acordo na íntegra.



Escrito por sinproabc às 17h03
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Professores do Ensino Superior fecham acordo

Campanha salarial: Professores do Ensino Superior aprovam proposta

Assembléia convocada pelo SINPRO ABC aprova Convenção Coletiva com duração de dois anos

Reunidos em assembléia, no dia 5 de maio, os professores do Ensino Superior aprovaram a proposta oferecida pelo Semesp. Conforme publicado na edição passada, o sindicato patronal propôs novos índices e, já que a categoria concordou, não houve necessidade de instauração de dissídio coletivo.

Com a aceitação, os docentes terão reajuste salarial de 4,66% de abril até junho de 2008 e 5,5% a partir de julho de 2008, aplicados com base no salário de 1º de agosto de 2007.

A partir de março de 2009, o reajuste será calculado de acordo com a média dos índices ICV-Dieese, INPC-IBGE e IPC-Fipe mais aumento real. A vigência da Convenção Coletiva será de dois anos.

Negociações continuam

De acordo com a Fepesp, uma comissão intersindical continuará discutindo a regulamentação dos planos de carreira e do trabalho a distância no ensino semipresencial. As resoluções serão apresentadas às assembléias para serem incorporadas à Convenção Coletiva a partir de março de 2009.

Sobre o plano de saúde, a contribuição do professor continua sendo de 10% do valor do plano, mas foi extinto o limite de R$ 8,00 no valor do desconto. Esse teto era restrito apenas aos planos de cobertura básica. A participação do professor no custeio do plano garante que, em caso de demissão, ele possa manter-se como beneficiário por um período de seis meses a dois anos.



Escrito por sinproabc às 15h09
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Assembléia: Professores do Ensino Superior

Dia 05 de maio (Segunda - feira) - às 16h30
Local: Sede do SINPRO ABC

Pauta: apreciação da proposta patronal

Unidade e Luta
Sindicato dos Professores do ABC
Rua Pirituba, 61/65 - B. Casa Branca - Santo André
Fone: (11) 4994-0700 - www.sinpro-abc.org.br



Escrito por sinproabc às 10h32
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Escrito por sinproabc às 15h37
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Escrito por sinproabc às 17h12
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Educação Superior

Em assembléia, realizada dia 12 de abril, no SINPRO ABC, os profissionais do Ensino Superior rejeitaram a proposta patronal e aprovaram a instauração de Dissídio Coletivo. Agora, a decisão da Campanha Salarial 2008 será definida na Justiça.
O Sindicato dos Professores do ABC alerta para a possibilidade da deflagração de greve para os docentes, caso as intransigências continuem.

Professores e professoras, mobilização já!
Categoria unida é direito garantido!

Descasos
Ao longo de toda Campanha Salarial de 2008, foi possível observar uma série de descasos cometidos pelos patrões. As mensalidades escolares aumentaram, mas os salários seguiram no caminho oposto. Parodiando a canção, “as mensalidades sobem e o salário desce”.
Até o momento, o Semesp, sindicato patronal, não apresentou formalmente nenhuma proposta econômica digna. Como resposta a essa intransigência, os professores decidiram, em assembléia, a instauração de Dissídio Coletivo.

O Sindicato dos Professores do ABC, juntamente com a categoria, reivindica:

  • Manutenção das cláusulas sociais da Convenção Coletiva 2006/2007;
  • Reposição da inflação mais aumento real;
  • Regulamentação da Educação a Distância;
  • Defesa pelo ensino de qualidade e pelas melhores condições de trabalho dos
  • profissionais da educação;
  • Plano de Carreira;
  • Piso salarial para a categoria.

Próximos passos
Mesmo com a instauração do Dissídio, o SINPRO ABC, juntamente com a Fepesp, Federação dos Professores de SP, continuará pressionando o Semesp para novas negociações. Caso haja nova proposta, o Sindicato convocará assembléia para avaliação.

Educação Básica: professores aprovam proposta

Os professores da Educação Básica aprovaram, em assembléia, a proposta do Sieeesp, que estende a vigência da Convenção Coletiva da Educação Básica para dois anos.
Para 2008, o reajuste salarial aprovado será de 5% (retroativo a março de 2008) mais 21% de Participação nos Lucros e Resultados, que deverá ser paga até 15 de outubro. Os cálculos para o reajuste de 2009 já foram definidos: média dos três índices de inflação (ICV-Dieese, INPC-IBGE e IPC-Fipe), do período entre março de 2008 e fevereiro de 2009, mais aumento real de 1,2%, com PLR de 24%.
As cláusulas sociais também serão mantidas e válidas por dois anos.



Escrito por sinproabc às 10h26
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Campanha Salarial 2008

Negociação empaca e professores pressionam

 

Professor, participe das assembléias e lembre-se:  categoria unida é direito garantido!

 

Ao que tudo indica, os representantes patronais estão de brincadeira! Mas, infelizmente, essa brincadeira é de muito mau gosto.

Nas mesas de negociações, realizadas durante a Campanha Salarial, os sindicatos dos patrões alegaram motivos infundáveis para justificar a “impossibilidade em conceder aumento real” aos professores. Enquanto as mensalidades escolares aumentam significativamente, os patrões alegam “crise financeira” para não realizar o repasse à categoria.

Como se não bastasse, os sindicatos patronais querem, ainda, retirar direitos conquistados ao longo da história, como, por exemplo, acabar com a bolsa de estudo e plano de saúde.

 

O que o SINPRO ABC reivindica nas  mesas de negociações?

 

Durante todo o ano letivo, o SINPRO ABC atua junto aos professores para levantar as deficiências dentro dos locais de trabalho. Diante desses resultados, foi elaborada a pauta de reivindicações pelo SINPRO, em parceria com os docentes:

 

- Manutenção das cláusulas sociais da Convenção Coletiva 2006/2007. Afinal, se não é possível conceder novos benefícios, que, pelo menos, mantenha aqueles já conquistados!

- Reposição da inflação mais aumento real. Vale lembrar que as mensalidades aumentaram e vão continuar aumentando...

- Regulamentação do EaD;

- Defesa pelo ensino de qualidade e pelas condições de trabalho dos profissionais da educação;

- Plano de Carreira;

- Piso Salarial para a categoria.

 

O que os patrões oferecem?

 

A bandeira pelo aumento real de salário foi hasteada desde o início da Campanha, mas, mesmo assim, os patrões “fazem de conta” que desconhecem tal reivindicação e continuam oferecendo apenas a média da inflação do período entre março de 2007 e fevereiro de 2008, que soma 4,66%.

Para mostrar a indignação com o descaso e traçar os próximos passos da Campanha Salarial, o SINPRO ABC convoca todos os professores da Educação Básica e do Ensino Superior para a assembléia:

 

Dia 12 de abril, sábado, às 10h

Local: SINPRO ABC - rua Pirituba, 61 -  Casa Branca - Santo André

 

 



Escrito por sinproabc às 17h16
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Assembléia - professores da educação básica
ao ensino superior

Dia 12 de abril (Sábado) -  às 10h
Local: Sede do SINPRO ABC
Sindicato dos Professores do ABC
Rua Pirituba, 61/65 - B. Casa Branca - Santo André
Fone: (11) 4994-0700 - www.sinpro-abc.org.br



Escrito por sinproabc às 15h31
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Aplicando a política de guerra dos EUA

Provocação de Uribe ao Equador

Aplicando a política de guerra dos EUA

 

 

 

Por Julio Turra*

Em 1º de março, tropas colombianas, assessoradas por conselheiros militares dos EUA, violaram o território do Equador, sob alegação de perseguir guerrilheiros das Farc (Forças Armadas Revolucionárias Colombiana). O clima de guerra teve origem no governo Uribe, da Colômbia, títere do imperialismo dos EUA, presente militarmente na região com o “Plano Colômbia”.

Em reação ao que chamou de “ultraje”, o presidente equatoriano, Rafael Correa, expulsou o embaixador colombiano do país e enviou tropas para a fronteira, recebendo a pronta solidariedade de Hugo Chávez, da Venezuela, que fechou a embaixada na Colômbia e também mandou tropas à divisa.

Na ocasião, o exército do Equador resgatou três guerrilheiros fugitivos do massacre, porém, na operação militar morreram 17, que estavam dormindo quando foram bombardeados. Entre os mortos estava Raúl Reyes, considerado o número 2 do comando das Farc e o principal negociador com Chávez e o governo francês de Nicolas Sarkozy sobre a liberação de reféns, como Ingrid Betancourt.

A provocação se completa com a declaração de militares colombianos, que receberam a visita de oficiais dos EUA dois dias antes da operação realizada no lado equatoriano da fronteira. De acordo com os policiais, nos computadores capturados com Reyes haveria provas de conivência de Correa e Chávez com as Farc, o que foi desmentido categoricamente pelos dois governos.

A violação do território do Equador ocorreu dias depois da liberação de um novo grupo de reféns pelas Farc, graças à mediação de Hugo Chávez, com o qual Álvaro Uribe havia rompido meses antes. É preciso condenar o ato do governo Uribe contra a soberania territorial do Equador. É preciso que Rafael Correa, por outro lado, decrete a saída imediata dos militares dos EUA da Base de Manta no Equador, de onde monitoraram o ataque colombiano.

 

A mão de Bush por trás

 

Como disse Hugo Chávez, o governo da Colômbia, tal como o de Israel na Faixa de Gaza, se pretende autorizado a invadir território alheio para represálias. E o fazem porque por trás deles está a política de guerra de Bush, que visa sufocar a luta revolucionária dos povos contra a dominação imperialista, em particular na Venezuela e Equador.

O governo do Brasil, por meio de Celso Amorim, ministro das Relações Exteriores, condenou a atitude do governo da Colômbia. O presidente Lula, por seu lado, ofereceu-se como “mediador”. Ao lado dos governos do Chile e Argentina, o Brasil foi encarregado de contatos preliminares para uma reunião especial, pedida pelo Equador, da OEA (Organização dos Estados Americanos). Mas foi na reunião do “Grupo do Rio” (sem a participação, portanto, dos EUA), ocorrida na República Dominicana no início de março, que o presidente dominicano, Leonel Fernandez, logrou obter o “aperto de mão” entre Uribe, Chávez e Correa, depois das desculpas formais do presidente colombiano.

Assim, momentaneamente, esfriou-se a crise e, ao mesmo tempo, esvaziou-se a reunião da OEA. Mas os problemas de fundo continuam colocados.

Na verdade, o governo Uribe é a plataforma dos EUA para impor a “doutrina Bush” de guerra ilimitada ao terrorismo a todos os países da América do Sul. Não é outra a razão da visita surpresa de Condoleeza Rice ao Brasil, no mês de março (Brasília e Salvador, no dia 13). Visita essa que deve deixar todos os defensores da soberania nacional dos povos contra a ingerência imperialista em estado de alerta.

 

A situação na Venezuela

 

Neste quadro, a evolução recente da situação na Venezuela também chama a atenção. A vitória do “Não” no referendo constitucional de 2 de dezembro de 2007 anunciou que a revolução venezuelana estava em perigo, com a “oposição” pró-imperialista levantando a cabeça.

Setores do “chavismo”, hoje agrupados no Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), recém-fundado, pediram a saída de ministros e autoridades que se chocam com o movimento popular e sindical, mas a reação do governo foi a de anistiar golpistas de 2002, buscar diálogo com o que Chávez chamou de “burguesia nacional” e, respondendo a pressões dos empresários, liberar preços de produtos tabelados (que de 400 passaram a 20).

Entretanto, essa postura conciliatória não brecou, ao contrário acelerou, a disposição da elite local, apoiada por Washington, de desestabilizar o país, tendo em vista as eleições para governadores e prefeitos do final deste ano.

Assim, grupos empresariais passaram a esconder produtos tabelados (leite, açúcar, carne etc), provocando uma crise de desabastecimento no país.

Em 27 de fevereiro desse ano, ocorreram em todo o país marchas em defesa da estatal petroleira venezuelana PDVSA e da soberania da nação, contra as provocações da Exxon Móbil, dos EUA, que, em reação ao decreto de Chávez, ganhou na justiça de Londres uma medida de congelamento dos ativos da estatal venezuelana. Chávez deu controle acionário à PDVSA de todos os empreendimentos petroleiros na Faixa do Orinoco.

Em discussão com dirigentes da UNT (central sindical), do Estado Zúlia (onde se concentra 70% da produção de petróleo), em Maracaibo, pode-se constatar que a luta sindical segue intensa no país, destacando-se a mobilização dos trabalhadores da Sidor, siderúrgica privatizada no início dos anos 90, que pede a incorporação dos terceirizados (2/3 da força de trabalho) a contratos regulares, o que se combina com a exigência de renacionalização da empresa instalada em Ciudad Guayana. 

Na UNT Zulia e no Coletivo Trabalhadores em Revolução (CTR), uma das correntes da central sindical, se discute a participação no 2º Encontro Continental do México (4 a 6 de abril), convocado sobre a base da defesa incondicional das conquistas dos povos e dos trabalhadores, da soberania nacional e contra as privatizações e os Tratados de Livre Comércio, convocado por organizações sindicais e populares do México, conjuntamente com o Acordo Internacional dos Trabalhadores e Povos.

 

* Julio Turra é diretor Executivo da CUT

 

 



Escrito por sinproabc às 13h44
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Campanha salarial

Professores da Educação Básica e do Ensino Superior estiveram reunidos para avaliar as propostas patronais, dia 15 de março, dando seqüência à Campanha Salarial 2008.

Educação Básica

Sem atender às reivindicações da categoria de aumento real e sem definições para a Participação nos Lucros e Resultados, as propostas do Sieeesp, sindicato patronal, foram rejeitadas pelos professores da Educação Básica.

Enquanto os docentes pedem aumento real, os patrões propõem a média dos três índices de inflação, acumulados do período entre março de 2007 e fevereiro de 2008, que soma 4,66%.

 

Ensino Superior

Na mesma situação, sem avanços, os profissionais do ensino superior rejeitaram o descaso das mantenedoras em não apresentar contrapropostas. Não satisfeito, o Semesp, sindicato patronal, nas últimas negociações, cogitou acabar com conquistas históricas dos professores, como bolsa de estudos e plano de saúde.

Os Sinpros e a Fepesp darão continuidade às negociações, a fim de conquistar as reivindicações da categoria.

Assim que surgirem novas propostas, o Sinpro ABC convocará  assembléia para avaliação. Por isso, professor, fique atento às notícias e participe, afinal, é o seu futuro que está em pauta.

 

Sesi/Senai

Como resultado das negociações entre o Sesi, Senai, Fetee-SP, Fepesp e Sinpros serão concedidos, a partir de 1º/03/08, aos docentes integrantes da categoria profissional representada pelas referidas Federações e respectivos sindicatos:

- Reajuste de 7,01%, a ser aplicado sobre os salários de fevereiro de 2008, correspondente ao índice acumulado do INPC-IBGE de março de 2007 a fevereiro de 2008, acrescido de 1,5%;

Outras informações serão divulgadas posteriormente. A vigência do Acordo Coletivo de Trabalho será de 1º de março de 2008 a 28 de fevereiro de 2009.

 



Escrito por sinproabc às 13h35
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