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Sindicato dos Professores do ABC
 


Professores da Educação Básica e Nível Superior têm reajuste de 7,4%
 

Aumentos valem a partir de 1º de março. Na Educação Básica, o cálculo deve ser feito com base nos salários devidos em 01/03/08, e no Nível Superior, sobre os vencimentos em 01/07/08

 

Professores dos níveis Básico e Superior devem ficar atentos aos holerites de março.
Conforme estabelecido nas Convenções Coletivas de cada segmento, assinadas no primeiro semestre do ano passado, os salários dos docentes, em 2009, devem ser reajustados em 7,4%. Essa porcentagem corresponde à reposição integral da inflação, obtida pela média dos principais indicadores (ICV-Dieese, INPC-IBGE e IPC-FIPE), equivalente a 6,13%, mais aumento real de 1,2%.
Além da cláusula econômica, os diretos coletivos também serão mantidos até 28/08/2010.
Na Educação Básica, a Participação nos Resultados também aumentou: 24% a ser paga até 15 de outubro de 2009.
Cálculo
O SINPRO ABC e a Fepesp orientam os professores como calcular os novos salários.
Educação Básica
Março/2009 = março/2008* X 1,074
*Confira os salários de 2008:
5% sobre março/07 (para quem recebeu PLR de 21% em 2008) ou 6,75% sobre março/07 (para quem não recebeu a PLR).
Ensino superior
Março/2009 = julho/2008* X 1,074
*Confira os salários 2008:
Em abril/08: 4,66% sobre agosto/07.
Em julho/08: 5,5% sobre agosto/07.
Para acessar a Convenção Coletiva acesse www.sinpro-abc.org.br

 
Sesi/Senai: Reajuste de 8,5%
Professores recebem aumento no salário de março

 

Reunidos em assembleia, realizada no dia 21 de março, os professores aprovaram a proposta patronal, que prevê 8,5% de reajuste salarial.
Ao verificar a média da inflação do período, que foi de 6,13%, os docentes obtiveram aumento real de 2,23%.
A Fepesp avalia de forma positiva o fechamento da Campanha 2009. Para Celso Napolitano, presidente da Federação, “pouco a pouco, vamos mudando a situação salarial da carreira docente no sistema S. Os professores vêm registrando conquistas importantes nesse sentido”.
Além do reajuste, a proposta aprovada prevê que os professores possam trabalhar por período superior a 30 horas semanais, o que garante a possibilidade de mais aulas, com a “dobra” do período.

 

Confira o piso salarial da Educação Básica

 

Professor, o SINPRO ABC divulga o piso salarial da Educação Básica. Confira seu holerite e verifique se a escola está cumprindo o que determina a Convenção Coletiva. Caso haja dúvidas ou denúncias, entre em contato com o Sindicato (4994-0700).

- R$665,88* + 5% de hora-atividade: professores que trabalham em escola que só tenha cursos de educação infantil e pré-escolar;
- R$744,06* + 5% de hora-atividade: professores de educação infantil e 1º a 5º anos de ensino fundamental que lecionam nas demais escolas;
- R$8,80** por hora-aula + DSR (1/6) e 5% de hora-atividade: professores que lecionam em cursos de 6º a 9º anos do ensino fundamental ou no período noturno dos níveis fundamental e médio;
- R$9,79** por hora-aula + DSR (1/6) e 5% de hora-atividade: professores do ensino médio, período diurno;
- R$8,94** por hora-aula + DSR (1/6) e 5% de hora-atividade: professores de cursos de formação inicial e continuada de trabalhadores e de educação profissional técnica de nível médio;
- R$13,67** por hora-aula + DSR (1/6) e 5% de hora-atividade: professores de cursos pré-vestibulares.
As escolas que remunerarem os professores pelo piso salarial estão obrigadas a conceder a Participação nos Lucros e Resultados ou o Abono Especial, nos termos da cláusula 5ª B. da Convenção Coletiva de Trabalho em vigor.

* jornada máxima de 22 horas semanais/ ** a duração máxima da hora-aula em cursos diurnos é de 50’ e nos cursos noturnos é de 40’ .

Fonte: Fepesp

 

Na contramão da crise

Enquanto outros sindicatos discutem redução de salários, professores avançam e conquistam aumento real

 

Professor, a Campanha Salarial foi concluída e você sentirá no bolso as vitórias conquistadas pelo SINPRO ABC, em parceria com os associados.
Nesse momento, vale a pena parar, observar a atual situação do país e do mundo, e comparar com o que você receberá a partir de agora.  
Veja: Os funcionários da Pirelli, em Santo André, decidiram reduzir a jornada de trabalho e, consequentemente, diminuíram 10% do salário.  O mesmo já ocorreu com outras empresas e categorias.
Seja 7,4 ou 8,5%, o resultado para os professores é extremamente positivo.
Como tudo isso foi conquistado? Graças ao trabalho em grupo do SINPRO ABC, a Fepesp e os associados ao Sindicato, que mês a mês contribuem e mantém a estrutura sindical, indispensável para vitórias como essa.
Pense nisso. Fortaleça sua categoria.

 

Baixe aqui o comunicado conjunto entre a FEPESP e o SIEEESP

Baixe aqui o comunicado conjunto entre a FEPESP e o SEMESP



Escrito por sinproabc às 17h09
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Professores do SESI e SENAI ainda sem reajuste

Sem contraproposta patronal, professores podem parar

 

A terceira rodada de negociação com o SESI e o SENAI, ocorrida dia 03/03, manteve o impasse das reuniões anteriores: não foi apresentada nenhuma contraproposta de reajuste salarial. Segundo a comissão patronal, a questão ainda está sendo discutida pela FIESP.

Em resposta, a Federação dos Professores do Estado de São Paulo (FEPESP) e os SINPROs estabeleceram o dia 10/03 como data limite para a resposta dos patrões. A partir daí, a categoria poderá definir-se por uma paralisação em âmbito estadual, como já havia sido previsto nas assembléias do dia 12/02.

Para Celso Napolitano, presidente da FEPESP, a defasagem salarial é um fato incontestável: “Por causa dos baixos salários, o SESI está tendo dificuldade de contratar professores para repor aqueles que saíram da escola”.

O dirigente também mencionou o ranking de salários entregue pelos sindicatos aos representantes patronais: “A relação mostra que os professores do SESI e do SENAI recebem bem menos do que os seus colegas de escolas particulares do mesmo nível”.

Além da questão salarial, foram discutidos três outros temas: a manutenção do vale transporte, com limite de desconto de 5,5%; vale-refeição para quem dá aula no período da manhã e tarde e equiparação dos salários dos técnicos de esportes da DEL aos dos demais professores do ensino fundamental nível II (6º ao 9º ano).

 

· SENAI é alvo de protesto

Os sindicatos protestaram contra a pressão exercida pelo SENAI para dificultar a ida dos professores à assembléia no dia 12/02. O fato foi visto como uma tentativa de encobrir uma série de problemas existentes no SENAI, tais como o não-pagamento de “aulas de preparação” no período noturno, a existência de contratação terceirizada e o autoritarismo excessivo em algumas unidades.

Ficou acertado que até a primeira semana de abril haverá uma reunião específica para tratar as denúncias feitas contra o SENAI.

A próxima rodada de negociação está marcada para o dia 10/03, na FEPESP.

 

Fonte: FEPESP 03/03/2009



Escrito por sinproabc às 13h30
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Escrito por sinproabc às 13h26
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Moção de apoio

Moção de apoio ao SINPRO ABC

Moção de apoio ao SINPRO ABC foi aprovada pelos delegados credenciados do Congresso Extraordinário da CONTEE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimento de Ensino), realizado de 29 a 31 de agosto de 2008, em São Paulo – SP, onde manifestam integral apoio ao SINPRO ABC, como legítimo representante dos PROFESSORES, pelo seu histórico de lutas e conquistas em prol da categoria,  atuação esta respaldada politicamente pela base, que não aceita nenhuma tentativa de fragmentação por parte de oportunistas patronais.

Baixe aqui a moção assinada pelos delegado



Escrito por sinproabc às 15h49
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A Festa será dia 18 de outubro - Sábado - a partir das 20h
no Restaurante Florestal - em São Bernardo do Campo
Professores sócios não pagam! Reserve já o seu convite, eles são limitados.
Contato: (11) 4994-0700

 



Escrito por sinproabc às 13h51
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ALERTA!!

ALERTA!!


 Em tempos de endurecimento das relações de trabalho e com a chegada de grupos de empresários da educação com ações na bolsa de valores e a entrada de Capital estrangeiro, os docentes do Ensino Superior precisam da atuação séria de sua entidade de representação sindical, no caso o SINPRO ABC. Esse é o pior momento para fracionar a categoria, que precisa de união e apoio legítimo do nosso sindicato.
 O SINPRO ABC ressalta que sempre trabalhou firmemente em defesa dos direitos dos professores, como um todo, e observa que toda atuação sindical é eminentemente política, e, em nosso caso, em defesa legítima da categoria. Em contrapartida, o grupo que se reivindica sindicato, só o faz por força de liminar, sem julgamento de mérito. Esse grupo tem forte ligação com a patronal, e cometeu irregularidades desde a convocação da assembléia de fundação, que não teve ampla divulgação; seu estatuto é rigorosamente fechado, pois,  ser professor não garante a aceitação no quadro de sócios; desde 1993 não houve nenhuma reunião pública convocada por eles. No primeiro semestre deste ano, convocou uma assembléia através do Diário Oficial Empresarial, sem qualquer divulgação em mídias locais, assembléia esta,  fantasma, como pudemos constatar.
 Reafirmamos que nunca existiu outro sindicato representativo da categoria que não o SINPRO ABC.

Diga não a qualquer sindicato de cartório!

Se você é professor, você é SINPRO ABC.


Sindicato dos Professores de Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul
Fone: 4994-0700 - www.sinpro-abc.org.br - Rua Pirituba, 61/65 - B. Casa Branca - Santo andré



Escrito por sinproabc às 14h21
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Fórum define agenda de lutas pela democratização da comunicação

MÍDIA LIVRE

Fórum define agenda de lutas pela democratização da comunicação

Primeiro encontro nacional do movimento da Mídia Livre, realizado no Rio de Janeiro, defendeu, entre outras medidas, necessidade de fazer um debate nacional sobre o acesso a verbas publicitárias públicas, de pressionar o governo pela realização da Conferência Nacional de Comunicação e de construir uma articulação latino-americana pela democratização da comunicação.

A primeira edição do Fórum de Mídia Livre, realizada dias 14 e 15 de junho, na Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), reuniu cerca de 350 participantes de vários estados do país. O encontro reuniu jornalistas, professores, estudantes, representantes de movimentos sociais e ativistas da área da comunicação em torno de uma agenda prioritária: a necessidade urgente de debater o papel dos meios de comunicação no Brasil, e desenvolver alternativas críticas à mídia hegemônica e aumentar a força da luta em defesa da democratização do sistema de comunicação no país. Esse sistema, na avaliação do Fórum, é marcado pela crescente concentração e desnacionalização dos meios de comunicação, pela subordinação do interesse público à lógica do mercado e do lucro, e pela ausência de diversidade e pluralidade na informação.

O problema do financiamento de uma mídia livre e democrática foi um dos principais temas debatidos no encontro. Houve um consenso básico em torno da defesa de critérios mais democráticos e transparentes no processo de distribuição de verbas publicitárias públicas. Hoje, esse processo é amplamente dominando pelas regras do mercado. Há uma naturalização da apropriação de recursos públicos pelo setor privado na área da comunicação, como se isso fosse um direito fundamental do mercado. E, mesmo dentro do setor privado, há uma naturalização da apropriação da maior fatia de recursos por parte de uma única empresa (a Globo, no caso), sem qualquer debate sobre a pertinência dessa apropriação, do ponto de vista do interesse público. Uma das conclusões do primeiro Fórum Mídia Livre foi ampliar e dar visibilidade a esse debate em todo o país.

Articulação na América Latina
Outra conclusão apontou para o caráter latino-americano e internacional da luta pela democratização da mídia. Dario Pignotti, do jornal argentino Página 12, listou alguns dos problemas enfrentados em outros países do continente. Citou o caso do golpe contra o presidente venezuelano Hugo Chávez, em 2002, que contou com a participação ativa de veículos de comunicação não apenas do ponto de vista informativo, mas na própria articulação do movimento golpista. A partir deste diagnóstico, o Fórum de Mídia Livre decidiu trabalhar para construir uma articulação latino-americana e internacional de modo a levar esse debate para a próxima edição do Fórum Social Mundial, que será realizada em janeiro de 2009, em Belém do Pará. A idéia é construir um Fórum de Mídia Livre Latino-Americano e também um encontro com ativistas e organizações de outros continentes.

Para a coordenadora da Escola de Comunicação Social da UFRJ, professora Ivana Bentes, o primeiro Fórum de Mídia Livre representa um ato político que dá visibilidade a um setor que está explodindo no Brasil. Ela destacou os princípios da singularidade, da diferença e da diversidade que marcam os debates desse movimento. “Precisamos acabar com o discurso tradicional de lamentação da esquerda, que reclama falta de verbas, falta de recursos, mas não faz grande coisa e começar a construir alternativas ao atual sistema de comunicação”, defendeu. Essa luta, propôs ainda Bentes, deve buscar construir consensos em torno de alguns pontos básicos, mas preservando sempre o dissenso e a diversidade, evitando a repetição de experiências horizontais que não tomam a diferença como um valor fundamental. “A gente não que repetir a mesma linguagem da grande mídia”, resumiu.

Construção de alternativas
Gustago Gindre, do Coletivo Intervozes, observou que, numa sociedade de massa, não basta que a comunicação, como direito humano fundamental, seja considerada apenas do ponto de vista inter-pessoal. “É preciso garantir o acesso à informação e aos meios de comunicação. Não podemos perder de vista que as novas mídias não são, por si mesmas, democráticas. Vivemos em uma sociedade profundamente injusta e desigual e os meios de comunicação fazem parte disso. Queremos acesso à internet livre, acesso à radiodifusão, à televisão, à produção audiovisual, entre outros meios, para mudar esse quadro de injustiça e de desigualdade”. Gindre defendeu a construção de instrumentos e espaços de intercâmbio entre os veículos da mídia livre para fazer avançar a luta da democratização do acesso aos meios de comunicação, à produção e veiculação de informação de qualidade.

Editor da revista Fórum, Renato Rovai defendeu, por sua vez, a necessidade de tratar as diferenças como a maior riqueza do movimento Mídia Livre. “As diferenças que existem entre todos os veículos de comunicação independentes do Brasil constituem a nossa grande riqueza. Precisamos valorizá-las para construir e consolidar o nosso espaço”, disse Rovai. Paulo Salvador, do Conselho Editorial da Revista do Brasil, destacou o surgimento de novos espaços de mídia no país. “Nós passamos os últimos 30 anos reclamando, sem conseguir avançar na construção de alternativas concretas. Hoje, pode-se dizer que chegamos ao fim da ingenuidade e passamos a tomar iniciativas como é o caso da Revista do Brasil (editada por um grupo de sindicatos de trabalhadores de São Paulo) e de tantos outros veículos que vêm surgindo”, comemorou Salvador.

A dimensão política da mídia
Joaquim Palhares, diretor da Agência Carta Maior, chamou a atenção para a importância de entender a dimensão política da luta que o movimento Mídia Livre pretende implementar. “Nós vivemos uma situação de monopólio da comunicação que não admite qualquer debate sobre o controle social de sua atuação. Esse é o tamanho do problema”. Palhares reforçou as palavras de Dario Pignotti no sentido de dar um alcance latino-americano e mundial sobre a luta pela democratização da mídia. E defendeu a realização de um grande debate sobre esse tema no Fórum Social Mundial de 2009, em Belém. Além disso, Palhares ressaltou a importância do debate sobre a democratização da distribuição de verbas publicitárias, hoje amplamente dominada pelo grande setor privado. “Sem alterar essa situação, não conseguiremos construir uma alternativa ao modelo que aí está”, defendeu.

Durante os dois dias de debates, houve consenso também que não basta ficar expressando descontentamento com a atuação da chamada grande imprensa. É preciso construir espaços e instrumentos de comunicação para fazer essa disputa, defenderam vários participantes. Marcos Dantas, professor da PUC/RJ resumiu assim a dimensão desse desafio: “Vimos aqui um elenco de idéias muito positivas, mas penso que precisamos afunilar em torno de algumas questões concretas para sair daqui. Democratizar o acesso a verbas públicas, por exemplo, é uma questão concreta que tem que ser encaminhada. Outra é pressionar o governo pela realização da conferência nacional de comunicação. Uma outra ainda é a criação de um espaço de agregação da mídia livre. Quem e como vai encaminhar essas propostas? Penso que esses três pontos são absolutamente centrais e devem ser encaminhados pelo movimento da Mídia Livre”.

 

Fonte: Carta Maior www.cartamaior.com.br



Escrito por sinproabc às 09h21
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Reitor da Fundação Santo André pode ser destituído hoje


Fonte: Rede Globo - SPTV 1º edição 29/05/2008



Escrito por sinproabc às 18h35
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SINPRO ABC assinado Conveção Coletiva do Ensino Superior

SINPRO ABC assinado Conveção Coletiva do Ensino Superior

A Convenção Coletiva dos professores de ensino superior terá duração de dois anos. Em 2008, excepcionalmente o reajuste será pago em abril e julho.

Aloisio Alves da Silva, presidente do SINPRO ABC, assina o Acordo Coletivo do Ensino Superior

Confira abaixo Reajuste

abril a junho/2008

4,66%
(sobre agosto de 2007)

julho/ 2008 a fevereiro/2009

5,5%
(sobre agosto de 2007)

a partir de março/2009

reposição da inflação
(média INPC-IBGE, ICV-DIEESE e IPC-FIPE entre mar/08 e fev/09)
+
aumento real
(sobre julho de 2008)

Clique aqui para baixar o Acordo na íntegra.



Escrito por sinproabc às 17h03
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Professores do Ensino Superior fecham acordo

Campanha salarial: Professores do Ensino Superior aprovam proposta

Assembléia convocada pelo SINPRO ABC aprova Convenção Coletiva com duração de dois anos

Reunidos em assembléia, no dia 5 de maio, os professores do Ensino Superior aprovaram a proposta oferecida pelo Semesp. Conforme publicado na edição passada, o sindicato patronal propôs novos índices e, já que a categoria concordou, não houve necessidade de instauração de dissídio coletivo.

Com a aceitação, os docentes terão reajuste salarial de 4,66% de abril até junho de 2008 e 5,5% a partir de julho de 2008, aplicados com base no salário de 1º de agosto de 2007.

A partir de março de 2009, o reajuste será calculado de acordo com a média dos índices ICV-Dieese, INPC-IBGE e IPC-Fipe mais aumento real. A vigência da Convenção Coletiva será de dois anos.

Negociações continuam

De acordo com a Fepesp, uma comissão intersindical continuará discutindo a regulamentação dos planos de carreira e do trabalho a distância no ensino semipresencial. As resoluções serão apresentadas às assembléias para serem incorporadas à Convenção Coletiva a partir de março de 2009.

Sobre o plano de saúde, a contribuição do professor continua sendo de 10% do valor do plano, mas foi extinto o limite de R$ 8,00 no valor do desconto. Esse teto era restrito apenas aos planos de cobertura básica. A participação do professor no custeio do plano garante que, em caso de demissão, ele possa manter-se como beneficiário por um período de seis meses a dois anos.



Escrito por sinproabc às 15h09
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Assembléia: Professores do Ensino Superior

Dia 05 de maio (Segunda - feira) - às 16h30
Local: Sede do SINPRO ABC

Pauta: apreciação da proposta patronal

Unidade e Luta
Sindicato dos Professores do ABC
Rua Pirituba, 61/65 - B. Casa Branca - Santo André
Fone: (11) 4994-0700 - www.sinpro-abc.org.br



Escrito por sinproabc às 10h32
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Escrito por sinproabc às 15h37
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Escrito por sinproabc às 17h12
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Educação Superior

Em assembléia, realizada dia 12 de abril, no SINPRO ABC, os profissionais do Ensino Superior rejeitaram a proposta patronal e aprovaram a instauração de Dissídio Coletivo. Agora, a decisão da Campanha Salarial 2008 será definida na Justiça.
O Sindicato dos Professores do ABC alerta para a possibilidade da deflagração de greve para os docentes, caso as intransigências continuem.

Professores e professoras, mobilização já!
Categoria unida é direito garantido!

Descasos
Ao longo de toda Campanha Salarial de 2008, foi possível observar uma série de descasos cometidos pelos patrões. As mensalidades escolares aumentaram, mas os salários seguiram no caminho oposto. Parodiando a canção, “as mensalidades sobem e o salário desce”.
Até o momento, o Semesp, sindicato patronal, não apresentou formalmente nenhuma proposta econômica digna. Como resposta a essa intransigência, os professores decidiram, em assembléia, a instauração de Dissídio Coletivo.

O Sindicato dos Professores do ABC, juntamente com a categoria, reivindica:

  • Manutenção das cláusulas sociais da Convenção Coletiva 2006/2007;
  • Reposição da inflação mais aumento real;
  • Regulamentação da Educação a Distância;
  • Defesa pelo ensino de qualidade e pelas melhores condições de trabalho dos
  • profissionais da educação;
  • Plano de Carreira;
  • Piso salarial para a categoria.

Próximos passos
Mesmo com a instauração do Dissídio, o SINPRO ABC, juntamente com a Fepesp, Federação dos Professores de SP, continuará pressionando o Semesp para novas negociações. Caso haja nova proposta, o Sindicato convocará assembléia para avaliação.

Educação Básica: professores aprovam proposta

Os professores da Educação Básica aprovaram, em assembléia, a proposta do Sieeesp, que estende a vigência da Convenção Coletiva da Educação Básica para dois anos.
Para 2008, o reajuste salarial aprovado será de 5% (retroativo a março de 2008) mais 21% de Participação nos Lucros e Resultados, que deverá ser paga até 15 de outubro. Os cálculos para o reajuste de 2009 já foram definidos: média dos três índices de inflação (ICV-Dieese, INPC-IBGE e IPC-Fipe), do período entre março de 2008 e fevereiro de 2009, mais aumento real de 1,2%, com PLR de 24%.
As cláusulas sociais também serão mantidas e válidas por dois anos.



Escrito por sinproabc às 10h26
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Campanha Salarial 2008

Negociação empaca e professores pressionam

 

Professor, participe das assembléias e lembre-se:  categoria unida é direito garantido!

 

Ao que tudo indica, os representantes patronais estão de brincadeira! Mas, infelizmente, essa brincadeira é de muito mau gosto.

Nas mesas de negociações, realizadas durante a Campanha Salarial, os sindicatos dos patrões alegaram motivos infundáveis para justificar a “impossibilidade em conceder aumento real” aos professores. Enquanto as mensalidades escolares aumentam significativamente, os patrões alegam “crise financeira” para não realizar o repasse à categoria.

Como se não bastasse, os sindicatos patronais querem, ainda, retirar direitos conquistados ao longo da história, como, por exemplo, acabar com a bolsa de estudo e plano de saúde.

 

O que o SINPRO ABC reivindica nas  mesas de negociações?

 

Durante todo o ano letivo, o SINPRO ABC atua junto aos professores para levantar as deficiências dentro dos locais de trabalho. Diante desses resultados, foi elaborada a pauta de reivindicações pelo SINPRO, em parceria com os docentes:

 

- Manutenção das cláusulas sociais da Convenção Coletiva 2006/2007. Afinal, se não é possível conceder novos benefícios, que, pelo menos, mantenha aqueles já conquistados!

- Reposição da inflação mais aumento real. Vale lembrar que as mensalidades aumentaram e vão continuar aumentando...

- Regulamentação do EaD;

- Defesa pelo ensino de qualidade e pelas condições de trabalho dos profissionais da educação;

- Plano de Carreira;

- Piso Salarial para a categoria.

 

O que os patrões oferecem?

 

A bandeira pelo aumento real de salário foi hasteada desde o início da Campanha, mas, mesmo assim, os patrões “fazem de conta” que desconhecem tal reivindicação e continuam oferecendo apenas a média da inflação do período entre março de 2007 e fevereiro de 2008, que soma 4,66%.

Para mostrar a indignação com o descaso e traçar os próximos passos da Campanha Salarial, o SINPRO ABC convoca todos os professores da Educação Básica e do Ensino Superior para a assembléia:

 

Dia 12 de abril, sábado, às 10h

Local: SINPRO ABC - rua Pirituba, 61 -  Casa Branca - Santo André

 

 



Escrito por sinproabc às 17h16
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